segunda-feira, 22 de abril de 2013

Tchau.

Enquanto eu te escrevo, te deixo partir, te escrevo e ao escrever, te tiro do peito e passo para o papel, assim, simples porém não tão fácil, assim.
É a ultima vez que te digo o meu te amo, é também a ultima que lhe falo sobre o quão triste e dilacerado eu estou pelo seu comportamento e iniciativa.
Quando eu quis ir, você me fez ficar, sua lembrança me fez ficar; quando você quis ir eu não tinha nada mais que podia lhe oferecer, afinal, de todo meu coração eu te dei amor, de todo meu sangue e de toda minha alma.
Não quero me sentir mais angustiado, não quero que esses devaneios me tirem do foco, foco esse que eu havia trassado para ficar com você.
De todos os males, ter mudado a minha vida e os meus caminhos por sua causa, foram os menores; na verdade foram benéficos até.
Então é isso, seja feliz, fique com tudo que eu te dei de mim, guarde bem e com todo carinho que você puder, pois, se depender de mim não existe como.
Acho que não sei mais definir os meus sentimentos.

domingo, 21 de abril de 2013

Amanhã vai ser outro dia.


Cada um lida com os dramas de sua vida de uma maneira.
Alguns comem chocolate, outros caem dentro de potes de sorvete; existe também os que choram e arrancam os cabelos da cabeça, alguns vão para a promiscuidade com o intuito de curar uma ferida com prazeres momentâneos e existem as pessoas que fazem um ciclo, como eu; tomam anti depressivos e ficam dopadas, pensando se vão conseguir comer alguma coisa no dia seguinte ou se vão conseguir sair da cama.
Essa coisa de auto afirmação é uma desgraça.

Sobre perder.

Eu nunca quis ter nada na vida que um dia eu pudesse perder, a ideia de ficar sem alguma coisa a qual eu me apeguei me esfria a espinha e aperta o coração.
O problema é que eu não queria perder você, eu não podia perder você, porém, isso não dependia só de mim.

sábado, 20 de abril de 2013

Amar não cansa.

Pois é normal a gente brigar e se cansar, é normal a gente odiar e perdoar, é normal, essa coisa de sentimentos aflorando não saem da normalidade de um talvez amor, essa pulsação é natural, os atritos, as diferenças, tudo é natural, tudo é plausível, tudo se encaixa quando querem que encaixe, o real problema é quando as pessoas desistem de tentar e atribuem a falha ao cansaço.
Amor não cansa, mesmo dilacerado de dentro pra fora e de fora pra dentro, não cansa.

terça-feira, 16 de abril de 2013

Uma casa meia conversada.

Caso, descaso, descalço, calço, meia, sem eira, com beira, dançando, cantando, caso, descaso, sem-caso, com-caso, ando, andando, só, meio, pouco, descaso, amasso, amassa, sem-massa, e assim, vai se construindo a historia, tortamente poetizada de um talvez amor, talvez caso, talvez descaso, talvez amor de meias ou de pés no chão, talvez com eira e talvez também com beira para por a mão, talvez com coração, talvez não.
Ora essa, e se esse tal amor for amor só, amor de um para nenhum, amor sem amado ou amada, amor de amor que basta pensar que existe e nada mais.
Devaneios, devaneios, dá cá o malte e deixa de bobeira, essa coisa de pensar e poetizar mata a gente e começa pelas beiras.
Quais beiras, as beiras do amor?
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